Passeio pelo Rio Tâmisa + Tower Bridge

Hey!

Após sairmos do Big Ben, fomos ao píer para dar uma volta no rio Tâmisa, com direito a passar próximo a pontos turísticos famosos, inclusive a Tower Bridge. Quer saber mais?  Só continuar lendo…

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Do Big Ben ao Westminster Pier não é muito longe, então conseguimos ir até lá andando. Ao chegarmos subimos no barco ( City Cruises ) e começamos o tour pelo Tâmisa…

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(Me virando para entender o ingles rápido do guia…hahah)

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Passamos por alguns pontos turísticos bem bacanas, que vale a pena falar um pouquinho sobre eles:

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Numa época em que só tinha uma travessia permanente do Tâmisa, no centro de Londres (Old London Bridge),  a construção da Westminster Bridge  foi um grande feito. Foi inaugurada em 18 de novembro de 1750 e depois, em 1853, foi reconstruída devido aos altos custos que estavam tendo na reparação da ponte,  sendo assim, inaugurada novamente em 1862.

Em 1970 ela foi pintado de verde (como pode ver na foto) para combinar com o esquema de cores da House of Commons. É uma ponte com uma vista incrível do Parlamento e da London Eye, perfeita para tirar umas fotos!

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A ponte foi desenhada por John Rennie em 1811, e construída através do Tâmisa em 1817, sendo considerada a ponte mais bonita da cidade desde a ponte velha de Londres. No início seria chamada de  Strand Bridge, mas por uma lei do Parlamento, em 1816, o nome foi mudado para Waterloo Bridge, com objetivo de ser para as futuras gerações “lembrança de grandes e gloriosas conquistas“.

Uma curiosidade sobre essa ponte é sobre quem a construiu. Durante a Segunda Guerra Mundial mais de 25.000 mulheres foram trabalhar na indústria de construção, (já que a maior parte dos homens estavam na Guerra), ajudando construir a Waterloo Bridge (ficaram também conhecidas como Senhoras Bridge) , porém sem nenhum reconhecimento. Em 1945 quando a ponte foi aberta, somente os trabalhadores do sexo masculino que foram agradecidos.

Porém esse reconhecimento veio depois, e de outra forma, agora elas mesmo não sendo chamadas para entrar em combate, poderiam trabalhar em cargos importantes, que antes eram só fornecidos aos homens, como na industria química e metalúrgica.

As mulheres trabalharam em fábricas de criação de armas que seriam utilizadas no campo de batalha, e mais foram empregadas em setores industriais nos primeiros quarenta anos, diminuindo a segregação entre homens e mulheres. Entraram também no setor de transportes, trabalhando em canais onde transportam carvão e munições em todo o país, enquanto outras se juntaram aos serviços de bombeiros e policiais.

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Hoje, temos no centro de Londres um memorial para essas heroínas, uma escultura de bronze que retrata as mulheres que trabalharam na Segunda Guerra, mostrando os uniformes de trabalho que usaram, tanto nas fábricas, como também nos hospitais e fazendas.

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A Blackfriars Bridge foi a terceira ponte sobre o rio Tâmisa, sendo aberta ao público em 1769. Apesar de ter sido construída com pedra de Portland, a obra era muito defeituosa e necessitava de vários reparos, até que foi decidido reconstrui-la, sendo assim, em 1869, inaugurada pela rainha Victória.

Uma curiosidade dessa ponte, é que ela se tornou internacionalmente notória quando foi encontrado nela, pendurado em um de seus arcos, o corpo de Roberto Calvi (ex-presidente do maior banco privado da Itália), com mais de $14.000, em três moedas diferentes, dentro de seus bolsos.

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Antigamente, as companhias de teatro usavam pousadas, universidades e casas particulares para se apresentarem, até que, em 1576, James Burbage construiu o Teatro de Shoreditch, o primeiro local próprio para essas apresentações em Londres.  Shakespeare se juntou a trupe residente do teatro na década de 1580,  e a empresa (mais tarde conhecida como  Chamberlain e, em seguida, os Homens do Rei) floresceu lá por 20 anos.

A partir de 1596, ocorreram alguns problemas sobre o contrato do local, fazendo com que a empresa tomasse uma medida drástica, mudando o teatro para um outro terreno. Essa nova construção ficou conhecida como Globe e funcionou por 14 anos, apresentando muitas famosas peças de Shakespeare.

Em 1613, ocorreu o estouro de um canhão durante uma cena, que acendeu o telhado de palha do teatro, queimado até o chão, tudo em menos de duas horas. O teatro foi reconstruído rapidamente, desta vez com um telhado de telhas. Manteve-se a casa da antiga companhia de Shakespeare até o fechamento de todos os teatros sob administração puritana da Inglaterra, em 1642. Sem uso, ele foi demolido para dar lugar a prédios em 1644.

O projeto da reconstrução do globo partiu de Sam Wanamaker, depois que ele fez uma visita a Londres, em 1949. Vinte e um anos depois, ele fundou o que viria a se tornar o Shakespeare Globe (dessa vez cumprindo todos os regulamentos britânicos modernos de incêndio!).

O Globe  é uma reconstrução mais precisa do Globe 1599, como foi possível com a evidência disponível.

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A primeira versão dessa ponte foi construída pelos romanos, em 50 d.C, depois disso, foi derrubada e reconstruída inúmeras outras vezes, podendo, em uma época até serem construídas casas e lojas na extensão da ponte.

Uma curiosidade, é que ela  já foi local de exibição das cabeças de traidores que eram executados ali, ficando exibidas para todos que passavam. Essa prática durou cerca de 300 anos, sendo abolida em 1660, juntamente com as casas e lojas que foram proibidas no local.

A versão atual da London Bridge foi inaugurada pela Rainha Elizabeth II em 1973. Foi construída para ser prática e durar, por isso não exibe muitos ornamentos.

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Na foto acima temos o prédio mais alto da Europa ocidental, o The Shard, o qual  oferece uma das melhores vistas de Londres em seus 310 metros de altura.

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Por fim, descemos do barco e paramos pertinho da Tower Bridge, um dos pontos turísticos mais visitados e fotografados de Londres!

É uma ponte basculante e se eleva, em média, 1000 vezes por ano para passarem embarcações maiores no Tâmisa. Desde que foi inaugurada, em 1894, cerca de 40 mil pessoas passam por ela, e é possível fazer uma visita por dentro também, para ver a Casa da Máquinas, e admirar a engenharia que existe por lá, podendo conhecer também mais da história desse símbolo Londrino tão marcante.

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No início (1080) a Torre de Londres (Tower of London) foi uma fortificação e também residência da monarquia, tendo como objetivo espantar os invasores pelo seu tamanho (aliás, já foi considerada o prédio mais alto da cidade!), porém teve sua função alterada durante os anos, chegando a ser até local de execuções e tortura. Atualmente é a casa das Joias da Coroa, um local aberto a passeios, se desejar imergir um pouco mais na história da cidade.

Tenho que confessar que me senti num cenário daqueles contos de fadas, com essas construções e jardins, é um pedacinho do passado que se mistura no presente dos Londrinos, uma paisagem esplendida e distinta!

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E já foi hora de voltarmos ao ônibus e irmos embora 😦

Espero que tenham gostado e descoberto um pouco mais dessa cidade incrível!

Beijoss ❤

 

 

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